Como funciona
Primeiro calculamos o patrimônio que gera a renda desejada: renda × 12 ÷ taxa real anual. Depois, o aporte mensal que leva o que você já tem até esse patrimônio no prazo (da idade atual até a idade de aposentadoria): aporte = (meta − inicial × (1 + i)^n) × i ÷ ((1 + i)^n − 1).
Exemplo: dos 30 aos 65 anos (420 meses), com R$ 50.000 já guardados, renda desejada de R$ 5.000 por mês e 6% reais ao ano, a meta é R$ 1.000.000 e o aporte é de cerca de R$ 448 por mês, em dinheiro de hoje.
Tudo em dinheiro de hoje
A renda de R$ 5.000 é o que ela compraria hoje. Como os preços sobem, a renda em reais futuros será maior. Por isso a taxa é real, e o aporte também deve ser reajustado pela inflação a cada ano.
Isto não substitui a aposentadoria do INSS
A calculadora considera apenas o que você acumularia investindo. Ela não inclui benefícios do INSS, regras de previdência pública ou privada, nem imposto de renda. Se você contribuir para o INSS, parte da renda pode vir de lá, o que reduziria o patrimônio necessário.
Como interpretar o resultado
Comece cedo: o prazo pesa mais do que o valor do aporte. Compare cenários mudando a idade de aposentadoria e a rentabilidade real. Se o plano só fecha com rentabilidade alta, trate-o como arriscado.
Perguntas frequentes
- Quanto preciso investir por mês para me aposentar?
- Depende da idade, da renda desejada e da rentabilidade. No exemplo da página, são cerca de R$ 450 por mês começando aos 30 anos. Altere os campos para o seu caso.
- A calculadora considera o INSS?
- Não. Ela mostra só o que você acumularia investindo. Benefícios do INSS podem reduzir o patrimônio necessário.
- Por que o aporte está em dinheiro de hoje?
- Porque a taxa usada é real (acima da inflação). Para manter o plano, reajuste o aporte pela inflação todo ano.
- Que rentabilidade real devo usar?
- Use uma hipótese conservadora e teste mais de um cenário. A calculadora não garante resultado.
- O que acontece depois da aposentadoria?
- A simulação supõe viver apenas dos rendimentos, sem consumir o patrimônio. Se você pretende gastar o principal ao longo da vida, a conta muda.